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VivoEstuda o produto em produção, logado e read-only

Um estudo de UX do seu produto inteiro.

O UX Fluxo entra no produto vivo, entende como ele funciona, aponta onde a pessoa trava, diz por qual regra aquilo é um problema e devolve a correção em código. Não é varredura de tela: é o método de um product designer, rodando do começo ao fim.

Onde está o problemaNo elemento exato, sobre a tela real capturada.
Por que é problemaA regra violada, com a fonte citada — não gosto pessoal.
O que fazer agoraA correção em código, pronta para o seu time revisar.

Produtos já estudados ao vivo, em produção

O problema

Um problema de usabilidade morre em três perguntas sem resposta

Não é falta de gente competente. É que ninguém consegue responder as três ao mesmo tempo, com a mesma evidência na mão.

1Onde ele está?

O relatório diz “o fluxo de cobrança confunde”. Não diz qual campo, em qual passo, em qual estado. Quem vai consertar precisa reencontrar o problema antes de resolver.

O UX Fluxo responde

O achado nasce preso ao elemento, numa captura datada da tela real. O pin segue a identidade do elemento, não o pixel — ele continua lá na próxima captura.

2Por que isso é um problema?

Sem régua, vira gosto. A conversa termina em quem fala mais alto ou em quem tem o cargo maior, e a decisão não sobrevive à próxima reunião.

O UX Fluxo responde

Cada achado sai com a regra que ele viola e a fonte: heurística de Nielsen, critério WCAG, padrão medido pelo Baymard. Dá para discordar do achado — não do critério.

3O que eu faço agora?

A tarefa chega como frase. O dev interpreta sozinho, entrega outra coisa, e o problema volta no próximo ciclo com outra roupa.

O UX Fluxo responde

Vem a correção em código do seu produto, com o porquê junto. Componente do seu design system quando ele existe; o código daquela tela quando não existe.

O estudo

Seis etapas — as mesmas que um product designer faria

O produto não começa julgando tela. Ele entra, entende, só então descobre — e o que sai no fim carrega o caminho inteiro por trás.

01

Entra no produto

Faz o próprio onboarding: entra logado com credencial cifrada e percorre o produto em desktop e mobile, como um usuário novo percorreria. A sessão é read-only por contrato — qualquer requisição que escreva aborta a rodada.

failOnWrite: trueAES-256-GCM
02

Entende antes de julgar

Monta a ficha do produto: para quem ele é, quais jornadas existem, quais passos cada uma tem, o que já se sabe que dói e quais restrições o time não pode quebrar. Mapa de empatia antes de qualquer veredito.

Empatizar — Design Thinking
03

Descobre onde a pessoa trava

Cinco lentes leem cada tela junto com o mapa de elementos: acessibilidade, texto de interface, arquitetura e navegação, design system, cor e token. Cada achado nasce ancorado, com severidade e a regra citada.

a11y-wcagux-writingia-navegacaodesign-systemstokens-cor
04

Define o problema certo

Sintoma não é problema. Os achados entram num diagrama de afinidade, os cinco porquês descem até a causa, e o Hill enuncia o que o estudo persegue: quem, o quê e qual é o “uau”.

Hill — IBM Enterprise Design Thinking5 porquês
05

Ideia, prioriza e decide

“Como poderíamos…” abre os caminhos; a matriz importância × dificuldade fecha. Para o que já existe, a saída é uma decisão nomeada: manter, melhorar, ampliar ou virar produto — sempre com o porquê escrito.

How Might WeHipótese Lean UXJob story (JTBD)
06

Devolve o conserto

A correção sai em código do seu produto e a tarefa chega no seu rastreador com a evidência junto: print, elemento, regra e o motivo. Nada é publicado sozinho — cada saída passa por aprovação humana.

O recorte

Você escolhe o tamanho do estudo

Do produto inteiro a uma funcionalidade só — e inclusive a uma feature que ainda não existe. Cada recorte roda uma receita diferente.

Produto inteiro

A leitura de fundo, quando você quer saber onde está pisando.

  • Mapa de empatia
  • Afinidade dos achados
  • Hill e matriz de prioridade
Uma jornada

O caminho que mais importa para o negócio, passo a passo.

  • Atrito em cada passo
  • Temas que se repetem
  • Hill da jornada
Um achado

Quando um problema específico merece descer até a causa.

  • Quem sente e quando
  • Cinco porquês
  • Caminhos de correção
Uma feature nova

Antes de existir tela. O estudo começa na pergunta, não no pixel.

  • Job story e para quem
  • Hipótese Lean UX
  • Suposições: o que testar primeiro
Algo que já existe

A funcionalidade que ninguém revisita. Fica, melhora ou sai?

  • 10 heurísticas, uma a uma
  • Benchmark de mercado
  • Decisão com o porquê
A evidência

O achado mora no elemento, não no relatório

A tela real capturada, com os achados presos onde eles acontecem. Clique num pin para ver o que foi encontrado, a regra que ele viola e o conserto.

app.seuproduto.com/faturasread-only
Altaux-writing

“OK” não diz o que acontece ao clicar

O botão principal da tela usa um rótulo genérico. Quem chega pela primeira vez não consegue prever o resultado da ação, e o rótulo não sobrevive à leitura por leitor de tela fora de contexto.

Por que é problema

O rótulo não fala a língua do usuário nem descreve o resultado da ação.Nielsen, heurística 2 — correspondência entre o sistema e o mundo real

Conserto proposto- <Button>OK</Button> + <Button>Emitir fatura</Button>

Ilustração do produto com dados de exemplo. No seu caso, a tela é a sua.

A fundamentação

De onde vem cada régua

Nenhum achado sai de intuição. Cada um responde a um critério publicado, e o critério vem escrito junto — é o que separa crítica de opinião.

10 heurísticas de usabilidade

A régua mais antiga da área, aplicada uma a uma sobre a funcionalidade: visibilidade do estado, linguagem do usuário, controle, consistência, prevenção de erro.

Jakob Nielsen · Nielsen Norman Group
WCAG 2.2, nível AA

Contraste, foco visível, alvo de toque, rótulo de campo e ordem de leitura. Critério objetivo, medido no elemento — passa ou não passa.

W3C
Laws of UX

Fitts para alvo e distância, Hick para excesso de escolha, Jakob para expectativa aprendida em outros produtos. Explicam por que uma tela cansa.

Jon Yablonski
Padrões medidos de formulário e checkout

Onde a literatura já mediu taxa de abandono, o achado cita o padrão em vez de sugerir preferência. Vale para carrinho, cadastro e pagamento.

Baymard Institute
Double Diamond, Lean UX e JTBD

Abrir antes de fechar, hipótese antes de solução, e a pergunta na forma de job story. É o que impede o estudo de pular do objetivo direto pra feature.

Design Council · Gothelf & Seiden · Klement
Descoberta contínua e Hill

A árvore de oportunidades mantém o estudo ligado ao objetivo; o Hill obriga a enunciar quem, o quê e qual é o resultado que impressiona.

Teresa Torres · IBM Enterprise Design Thinking
O que você recebe

Cinco coisas saem do estudo — e nenhuma é um PDF que envelhece

Tudo fica ligado à captura que originou o achado. Quando o produto muda, você recaptura e compara, em vez de refazer o estudo do zero.

A ficha do produto

Para quem ele é, as jornadas que existem, o que já se sabe que dói e as restrições do time.

Os achados ancorados

Cada um sobre o elemento exato da tela capturada, com severidade e lente.

O porquê, com a fonte

A regra violada e de onde ela vem. O que torna a conversa discutível por critério.

A correção em código

No componente do seu design system quando ele existe; no código daquela tela quando não.

A tarefa pro time

No seu rastreador, com print, elemento e motivo — e só depois que você aprovou.

Onde isso se encaixa

Cada ferramenta acende um trecho do caminho

Gerar interface virou commodity. O que ficou vazio é estudar o produto real, dizer por que aquilo é problema e devolver o conserto em código.

CategoriaEntra no produto logadoAcha no elementoDiz por quê, citando a réguaDevolve correção em código
UX Fluxoreferência
Copilotos de interfacev0, Lovable, Stitch———~
Auditoria e pesquisaMaze, FullStory, UXCam~~——
Mockup para códigoBuilder.io, Locofy———
Feedback e acessibilidadeBugHerd, Marker.io, Stark~~~—

Leitura: ✓ faz · ~ faz com ressalva · — não faz. Benchmark interno de 19/06/2026, 12 produtos em 4 categorias.

O princípio

Verdade como arquitetura

Não é slogan: é a regra que decide o que o produto aceita fazer. Cada etapa só pode usar o que a anterior provou.

Um achado sem evidência é opinião.

Todo achado nasce preso a um elemento de uma captura datada. Sem âncora, ele não entra no estudo.

Um redesenho sem evidência é chute.

A proposta de conserto lê a tela capturada e o mapa de elementos. Nunca uma tela imaginada.

Perguntas

O que costumam perguntar antes de entrar

Vocês entram no meu produto logado. Como fica a segurança?
A credencial é de uma conta de teste que você cria, guardada cifrada com AES-256-GCM. A sessão é read-only por contrato: a rodada aborta se qualquer requisição tentar escrever. Produto público é percorrido sem login nenhum.
Isso é uma auditoria de tela?
A auditoria é uma etapa, não o produto. Antes dela vem entender o produto e as jornadas; depois dela vem definir o problema certo, idear e decidir. O que sai é um estudo com caminho, não uma lista de defeitos.
Só funciona em tela que já existe?
Não. Um dos recortes do estudo é feature nova: começa na job story, monta a hipótese e ordena as suposições por importância e evidência, para dizer o que testar primeiro. Nesse recorte não existe tela ainda — existe pergunta.
E se eu não tenho design system?
A correção sai no código daquela tela mesmo. Quando existe design system, ela sai no componente e no token dele — e o estudo também aponta onde a tela se afastou do padrão que você já tem.
Substitui o meu editor de design?
Não. Lá você explora o que ainda não existe. Aqui o ponto de partida é o produto que já está no ar, e a saída é código — os dois vivem em pontas diferentes do processo.
Quem decide o que vira trabalho pro time?
Você. Os achados chegam para triagem, com severidade, evidência e o porquê. Só o que for aceito vira tarefa, e descartar pede motivo — é assim que a régua fica calibrada com o seu produto ao longo do tempo.
Lista de espera

Escolha um produto seu. Nós devolvemos o estudo que ele nunca teve.

Deixe o email e o endereço do produto. Quando abrir o próximo grupo, chegamos com uma parte do estudo já feita para você olhar antes de decidir.

O endereço é opcional. Ele só serve para a gente chegar com o produto já percorrido.